
A greve do dia 17 já foi aprovada por ampla maioria dos petroleiros em assembleias nas bases, após a rejeição de proposta feita semana passada pela Petrobras. Além do reajuste ter sido considerado insuficiente, os petroleiros denunciam que a proposta não contempla várias reivindicações de cláusulas sociais.
“A proposta está bem aquém das expectativas”, afirma o coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antônio de Moraes.
A empresa propõe reajuste em 7,68% no salário, equivalente a um ganho real entre 1,17% a 1,5%, além de abono correspondente a um salário ou R$ 4 mil, o que for maior. A FUP reivindica 5% de ganho real, mais segurança nos locais de trabalho, fundo garantidor para os terceirizados, melhoria dos benefícios, entre outros itens.
Terceirização - Com a paralisação, os petroleiros também pretendem reforçar a luta contra o Projeto de Lei 4.330, sobre terceirização. Os terceirizados chegam perto de 300 mil funcionários em todo o sistema Petrobras, com cerca de 80% deles em situação irregular, exercendo atividades-fim.
Mais informações: www.fup.org.br
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