https://www.facebook.com/ptnacamara/videos/1008429155924354/
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Para os bobos, que não acreditam em armação, só em “protesto legítimo”
Por Fernando Brito no Tijolaço
Vi a dica no Facebook e fui pesquisar no site da Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso.
E está lá, na tabela de frete pago aos caminhoneiros a prova de que só os “bobinhos” e os espertalhões diziam: aquele movimento de caminhoneiros, no final de 2015, que abalou o Governo Dilma Rousseff foi uma tremenda armação.
A menos que os donos de caminhão – e os que não eram donos manobram os seus empregados da frota – tenham feito voto de pobreza, é só você olhar aí em cima e ver que eles estão ganhando.
Entre 30 e 40% menos em valor nominal. Bote lá 13 meses de inflação e diesel 10% mais caro e você verá que os ganhos estão, com boa vontade, na metade do que eram quando eles bloqueavam estradas, depredavam caminhões que teimavam em passar e até agrediam colegas a pedradas e bordoadas.
E estão quietinhos, mansinho, calminhos e dizendo: “agora vai!”
Como não baixou o espírito de São Francisco nos frotistas, é evidente que aquilo foi orquestrado e dirigido, para criar um clima de caos e confronto no país.
Boto a imagem aí do lado, para quem não se recorda.
Mas quem foi? Ah, aí a Polícia Federal, que descobre conta bancária lá em Liechtenstein não consegue encontrar.
Greve de caminhoneiro- salvo raríssimas exceções, quando são de trabalhadores – e locaute de patrões. Desde o Chile de Allende assim foi e também o foi com Dilma em 2015.
Como era com o Brizola, no Governo, quando tentaram bloquear a Avenida Brasil, numa manhã de dia de semana, prontos a criar o caos na cidade. Mas como Brizola não tinha estes “republicanismos” ingênuos, tratou logo de conversar com o comandante do Exército, e, de manhã cedinho, com a turma ainda bocejando, a PM desceu de helicóptero, destravou os caminhões e os guinchos pesados militares rebocaram todos eles para a beira da estrada.
Podem fazer o locaute, aí na beirada da via e com a estrada livre. E delegacia para quem depredou os outros caminhões.
Simples assim, como na frase que ouvi um dia do velho Luís Carlos Prestes: “governo que não se defende merece cair”.
A PEC da Previdência ameaça destruir o sistema de Seguridade Social
Desenho transcrito do Portal Desacato

Por José Álvaro de Lima Cardoso*
Apesar do discurso ser o do
enfrentamento do suposto Problema Fiscal, a equipe econômica do governo
não está preocupada em acertar a economia brasileira e retomar o
crescimento. Se o objetivo fosse recolocar a economia nos eixos, as
medidas seriam no campo monetário (reduzindo juros), cambial e no de
política industrial. Porém, o objetivo que não pode ser dito é
aproveitar a atual crise e desmontar direitos, obtidos muitas vezes, em
um século de lutas dos trabalhadores brasileiros.
Em estudo recente (Nota Técnica
168, PEC 287: A minimização da Previdência pública) o DIEESE mostrou que
a PEC 287, que é ampla e profunda, tem como finalidade dificultar o
acesso à Previdência e diminuir os valores dos benefícios dos sistemas
previdenciários dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores
públicos federais, estaduais e municipais. A PEC objetiva também
limitar o alcance da Assistência Social, através dos seguintes
mecanismo: a) eleva a idade necessária para obter o benefício (65 para
70 anos); b) aponta para a diminuição do seu valor; c) estabelece
restrições adicionais no acesso a ele, seja para idosos ou pessoas com
deficiência.
A PEC pretende diminuir o valor
dos benefícios, desvinculando-os, por exemplo, do salário mínimo. Além
disso, tudo indica que o governo irá acabar com a política de
valorização do salário mínimo, que foi fundamental para diminuição da
pobreza e melhoria do perfil de distribuição de renda no Brasil,
verificadas nos últimos anos. Em janeiro último, aliás, o reajuste do
salário mínimo, após 20 anos, ficou abaixo do INPC-IBGE, do ano
anterior.
Pouca coisa pode ser tão contra a
nação do que inviabilizar o seu sistema de Seguridade Social. A
Previdência Social Brasileira, que a PEC pretende implodir, é o
instrumento mais poderoso de distribuição de renda no Brasil, a
esmagadora maioria dos seus benefícios, cerca de 80%, é de um salário
mínimo, com elevado efeito distributivo e social. A Seguridade (que
inclui, além da Previdência, a Saúde e a Assistência Social), está sendo
atacada em meio a mais grave recessão da história do país, numa
tentativa de aumentar a riqueza dos que são já muito ricos, retirando
comida da mesa dos pobres.
Os Benefícios de Prestação
Continuada são pagos hoje a cerca de 4,5 milhões de pessoas, pobres com
mais de 65 anos que não tem acesso aos benefícios previdenciários, e
para pessoas com deficiência, que recebem um salário mínimo mensal. Com a
proposta da PEC de elevar a idade para 70 anos e desvincular o
benefício do salário mínimo, estes brasileiros correm o risco de voltar a
passar fome. A Assistência Social no Brasil foi estratégica para a
redução drástica da fome no Brasil, que nos possibilitou, inclusive, ter
saído do Mapa da Fome da ONU, em 2014. Se hoje a incidência da pobreza
entre os idosos no Brasil é muito baixa, deve-se ao sistema de
assistência social, realidade que pode mudar em poucos anos, com a
aprovação da PEC 287.
Além de ser uma crueldade
inominável, as medidas propostas pela PEC 287 são contra o
desenvolvimento econômico. As transferências da Previdência exercem
papel fundamental na distribuição regional da renda: em cerca de 71% dos
municípios brasileiros os montantes transferidos pelos benefícios da
Previdência Social são superiores àqueles repassados pelo Fundo de
Participação dos Municípios. Além disso, 68% dos benefícios da
Previdência Social são destinados a municípios com até 50 mil
habitantes.
*Economista.
Temer destrói contas públicas e culpa Dilma
Por Altamiro Borges, em seu blog.
Marcela Temer, a primeira-dama “recatada e do lar” que recentemente foi censurada pelo marido, deveria sugerir a ele que deixasse de falar besteiras. Fica até parecendo que o rapaz está meio gagá. Nesta terça-feira (31), foram divulgados os dados sobre as contas públicas em 2016. Uma tragédia! O déficit primário acumulado foi de R$ 155,791 bilhões – o pior da história recente do país. Diante destes números dramáticos, que só confirmam o desastre causado pelo “golpe dos corruptos” e a total incompetência da quadrilha que assumiu o poder, Michel Temer afirmou que a culpa é do governo anterior. Haja cinismo!
O usurpador ocupa o cargo de “presidente” desde maio do ano passado, quando o Senado Federal aprovou a admissibilidade do impeachment de Dilma. Ou seja: está há nove meses no governo. Logo de cara, ele nomeou Henrique Meirelles como seu czar da economia. A equipe do ministro da Fazenda reúne a nata – ou cloaca – do rentismo nativo. Só tem representantes dos banqueiros. Várias medidas já foram tomadas sob a batuta da “austeridade fiscal”, como a aprovação da PEC-55, que congela por 20 anos os gastos em saúde e educação. E, apesar desta avalanche, o rombo das contas públicas superou R$ 155 bilhões!
Parte deste rombo decorre do próprio agravamento da crise econômica, que reduz a capacidade de arrecadação do governo. Outra parte deriva das negociatas da gangue instalada no Palácio do Planalto. Apesar do discurso da “austeridade”, o Judas liberou a grana das emendas dos parlamentares – talvez para pagar pelo golpe patrocinado – e reajustou os salários da cúpula do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal – talvez também com o mesmo objetivo criminoso. O covil também elevou a estimativa do déficit fiscal para R$ 170,5 bilhões, bem acima do projetado pelo governo Dilma – de R$ 120,6 bilhões.
Estas e outras medidas que aprofundaram a crise fiscal mostram a incompetência da quadrilha, como enfatiza o deputado Enio Verri (PT-PR), membro da Comissão Mista do Orçamento da Câmara Federal. “Temer gastou cerca de R$ 35 bilhões além do déficit previsto no governo Dilma para cobrir os gastos com aqueles que apoiaram o golpe”, afirma. A tendência, com o agravamento da recessão, é que este quadro de descontrole das contas públicas ganhe dimensões ainda mais sombrias nos próximos meses. Diante do fracasso, o “fujão” Michel Temer, sempre acovardado, ainda diz que a culpa é do governo anterior.
Em tempo: A Fundação Getúlio Vargas divulgou nesta semana o chamado Indicador de Incerteza da Economia (IIE-BR). O resultado não é nada animador. Ele aponta queda da arrecadação federal e aumento do déficit fiscal em 2016. “Este novo índice acompanha a tendência mundial de utilização do Big Data para a construção de indicadores econômicos. É o primeiro e único índice público computacionalmente intensivo no Brasil. Estamos lendo mais de 3 milhões de notícias”, explica Pedro Costa Ferreira, pesquisador responsável da FGV. O estudo confirma o alto grau de incerteza na economia sob o reinado do Judas Michel Temer.
Marcela Temer, a primeira-dama “recatada e do lar” que recentemente foi censurada pelo marido, deveria sugerir a ele que deixasse de falar besteiras. Fica até parecendo que o rapaz está meio gagá. Nesta terça-feira (31), foram divulgados os dados sobre as contas públicas em 2016. Uma tragédia! O déficit primário acumulado foi de R$ 155,791 bilhões – o pior da história recente do país. Diante destes números dramáticos, que só confirmam o desastre causado pelo “golpe dos corruptos” e a total incompetência da quadrilha que assumiu o poder, Michel Temer afirmou que a culpa é do governo anterior. Haja cinismo!
O usurpador ocupa o cargo de “presidente” desde maio do ano passado, quando o Senado Federal aprovou a admissibilidade do impeachment de Dilma. Ou seja: está há nove meses no governo. Logo de cara, ele nomeou Henrique Meirelles como seu czar da economia. A equipe do ministro da Fazenda reúne a nata – ou cloaca – do rentismo nativo. Só tem representantes dos banqueiros. Várias medidas já foram tomadas sob a batuta da “austeridade fiscal”, como a aprovação da PEC-55, que congela por 20 anos os gastos em saúde e educação. E, apesar desta avalanche, o rombo das contas públicas superou R$ 155 bilhões!
Parte deste rombo decorre do próprio agravamento da crise econômica, que reduz a capacidade de arrecadação do governo. Outra parte deriva das negociatas da gangue instalada no Palácio do Planalto. Apesar do discurso da “austeridade”, o Judas liberou a grana das emendas dos parlamentares – talvez para pagar pelo golpe patrocinado – e reajustou os salários da cúpula do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal – talvez também com o mesmo objetivo criminoso. O covil também elevou a estimativa do déficit fiscal para R$ 170,5 bilhões, bem acima do projetado pelo governo Dilma – de R$ 120,6 bilhões.
Estas e outras medidas que aprofundaram a crise fiscal mostram a incompetência da quadrilha, como enfatiza o deputado Enio Verri (PT-PR), membro da Comissão Mista do Orçamento da Câmara Federal. “Temer gastou cerca de R$ 35 bilhões além do déficit previsto no governo Dilma para cobrir os gastos com aqueles que apoiaram o golpe”, afirma. A tendência, com o agravamento da recessão, é que este quadro de descontrole das contas públicas ganhe dimensões ainda mais sombrias nos próximos meses. Diante do fracasso, o “fujão” Michel Temer, sempre acovardado, ainda diz que a culpa é do governo anterior.
Em tempo: A Fundação Getúlio Vargas divulgou nesta semana o chamado Indicador de Incerteza da Economia (IIE-BR). O resultado não é nada animador. Ele aponta queda da arrecadação federal e aumento do déficit fiscal em 2016. “Este novo índice acompanha a tendência mundial de utilização do Big Data para a construção de indicadores econômicos. É o primeiro e único índice público computacionalmente intensivo no Brasil. Estamos lendo mais de 3 milhões de notícias”, explica Pedro Costa Ferreira, pesquisador responsável da FGV. O estudo confirma o alto grau de incerteza na economia sob o reinado do Judas Michel Temer.
Assinar:
Postagens (Atom)
