quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

projeto de lei que repassa R$ 100 bilhões às Teles é mais um crime contra a nação (é mais um)

https://www.facebook.com/VanessaGrazziotin/videos/1178712548892918/

Para os bobos, que não acreditam em armação, só em “protesto legítimo”

frete
Vi a dica no Facebook e fui pesquisar no site da Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso.
E está lá, na tabela de frete pago aos caminhoneiros a prova de que só os “bobinhos” e os espertalhões diziam: aquele movimento de caminhoneiros, no final de 2015, que abalou o Governo Dilma Rousseff foi uma tremenda armação.
A menos que os donos de caminhão – e os que não eram donos manobram os seus empregados da frota – tenham feito voto de pobreza, é só você olhar aí em cima e ver que eles estão ganhando.
Entre 30 e 40% menos em valor nominal. Bote lá 13 meses de inflação e diesel 10% mais caro e você verá que os ganhos estão, com boa vontade, na metade do que eram quando eles bloqueavam estradas, depredavam caminhões que teimavam em passar e até agrediam colegas a pedradas e bordoadas.
E estão quietinhos, mansinho, calminhos e dizendo: “agora vai!”
Como não baixou o espírito de São Francisco nos frotistas, é evidente que aquilo foi orquestrado e dirigido, para criar um clima de caos e confronto no país.
Para decorar carretas com “Fora Dilma” e bandeiras do Brasil, parando o transporte de mercadorias e criando até risco de desabastecimento da população, além do clima de terror?
Boto a imagem aí do lado, para quem não se recorda.
Mas quem foi? Ah, aí a Polícia Federal, que descobre conta bancária lá em Liechtenstein não consegue encontrar.
Greve de caminhoneiro- salvo raríssimas exceções, quando são de trabalhadores – e locaute de patrões. Desde o Chile de Allende assim foi e também o foi com Dilma em 2015.
Como era com o Brizola, no Governo, quando tentaram bloquear a Avenida Brasil, numa manhã de dia de semana, prontos a criar o caos na cidade. Mas como Brizola não tinha estes “republicanismos” ingênuos, tratou logo de conversar com o comandante do Exército, e, de  manhã cedinho, com a turma ainda bocejando, a PM desceu de helicóptero, destravou os caminhões e  os guinchos pesados militares rebocaram todos eles para a beira da estrada.
Podem fazer o locaute, aí na beirada da via e com a estrada livre. E delegacia para quem depredou os outros caminhões.
Simples assim, como na frase que ouvi um dia do velho Luís Carlos Prestes: “governo que não se defende merece cair”.

A PEC da Previdência ameaça destruir o sistema de Seguridade Social

Desenho transcrito do Portal Desacato 
A PEC da Previdência ameaça destruir o sistema de Seguridade Social  
 Por José Álvaro de Lima Cardoso*
        Apesar do discurso ser o do enfrentamento do suposto Problema Fiscal, a equipe econômica do governo não está preocupada em acertar a economia brasileira e retomar o crescimento. Se o objetivo fosse recolocar a economia nos eixos, as medidas seriam no campo monetário (reduzindo juros), cambial e no de política industrial. Porém, o objetivo que não pode ser dito é aproveitar a atual crise e desmontar direitos, obtidos muitas vezes, em um século de lutas dos trabalhadores brasileiros.
        Em estudo recente (Nota Técnica 168, PEC 287: A minimização da Previdência pública) o DIEESE mostrou que a PEC 287, que é ampla e profunda, tem como finalidade dificultar o acesso à Previdência e diminuir os valores dos benefícios dos sistemas previdenciários dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos federais, estaduais e municipais.  A PEC objetiva também limitar o alcance da Assistência Social, através dos seguintes mecanismo: a) eleva a idade necessária para obter o benefício (65 para 70 anos); b) aponta para a diminuição do seu valor; c) estabelece restrições adicionais no acesso a ele, seja para idosos ou pessoas com deficiência.
        A PEC pretende diminuir o valor dos benefícios, desvinculando-os, por exemplo, do salário mínimo. Além disso, tudo indica que o governo irá acabar com a política de valorização do salário mínimo, que foi fundamental para diminuição da pobreza e melhoria do perfil de distribuição de renda no Brasil, verificadas nos últimos anos. Em janeiro último, aliás, o reajuste do salário mínimo, após 20 anos, ficou abaixo do INPC-IBGE, do ano anterior.
        Pouca coisa pode ser tão contra a nação do que inviabilizar o seu sistema de Seguridade Social. A Previdência Social Brasileira, que a PEC pretende implodir, é o instrumento mais poderoso de distribuição de renda no Brasil, a esmagadora maioria dos seus benefícios, cerca de 80%, é de um salário mínimo, com elevado efeito distributivo e social. A Seguridade (que inclui, além da Previdência, a Saúde e a Assistência Social), está sendo atacada em meio a mais grave recessão da história do país, numa tentativa de aumentar a riqueza dos que são já muito ricos, retirando comida da mesa dos pobres.
        Os Benefícios de Prestação Continuada são pagos hoje a cerca de 4,5 milhões de pessoas, pobres com mais de 65 anos que não tem acesso aos benefícios previdenciários, e para pessoas com deficiência, que recebem um salário mínimo mensal. Com a proposta da PEC de elevar a idade para 70 anos e desvincular o benefício do salário mínimo, estes brasileiros correm o risco de voltar a passar fome. A Assistência Social no Brasil foi estratégica para a redução drástica da fome no Brasil, que nos possibilitou, inclusive, ter saído do Mapa da Fome da ONU, em 2014. Se hoje a incidência da pobreza entre os idosos no Brasil é muito baixa, deve-se ao sistema de assistência social, realidade que pode mudar em poucos anos, com a aprovação da PEC 287.
        Além de ser uma crueldade inominável, as medidas propostas pela PEC 287 são contra o desenvolvimento econômico. As transferências da Previdência exercem papel fundamental na distribuição regional da renda: em cerca de 71% dos municípios brasileiros os montantes transferidos pelos benefícios da Previdência Social são superiores àqueles repassados pelo Fundo de Participação dos Municípios. Além disso, 68% dos benefícios da Previdência Social são destinados a municípios com até 50 mil habitantes.
                                                                                                                          *Economista.

                                                                                                                 

Temer destrói contas públicas e culpa Dilma

Por Altamiro Borges, em seu blog.

Marcela Temer, a primeira-dama “recatada e do lar” que recentemente foi censurada pelo marido, deveria sugerir a ele que deixasse de falar besteiras. Fica até parecendo que o rapaz está meio gagá. Nesta terça-feira (31), foram divulgados os dados sobre as contas públicas em 2016. Uma tragédia! O déficit primário acumulado foi de R$ 155,791 bilhões – o pior da história recente do país. Diante destes números dramáticos, que só confirmam o desastre causado pelo “golpe dos corruptos” e a total incompetência da quadrilha que assumiu o poder, Michel Temer afirmou que a culpa é do governo anterior. Haja cinismo!

O usurpador ocupa o cargo de “presidente” desde maio do ano passado, quando o Senado Federal aprovou a admissibilidade do impeachment de Dilma. Ou seja: está há nove meses no governo. Logo de cara, ele nomeou Henrique Meirelles como seu czar da economia. A equipe do ministro da Fazenda reúne a nata – ou cloaca – do rentismo nativo. Só tem representantes dos banqueiros. Várias medidas já foram tomadas sob a batuta da “austeridade fiscal”, como a aprovação da PEC-55, que congela por 20 anos os gastos em saúde e educação. E, apesar desta avalanche, o rombo das contas públicas superou R$ 155 bilhões!

Parte deste rombo decorre do próprio agravamento da crise econômica, que reduz a capacidade de arrecadação do governo. Outra parte deriva das negociatas da gangue instalada no Palácio do Planalto. Apesar do discurso da “austeridade”, o Judas liberou a grana das emendas dos parlamentares – talvez para pagar pelo golpe patrocinado – e reajustou os salários da cúpula do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal – talvez também com o mesmo objetivo criminoso. O covil também elevou a estimativa do déficit fiscal para R$ 170,5 bilhões, bem acima do projetado pelo governo Dilma – de R$ 120,6 bilhões.

Estas e outras medidas que aprofundaram a crise fiscal mostram a incompetência da quadrilha, como enfatiza o deputado Enio Verri (PT-PR), membro da Comissão Mista do Orçamento da Câmara Federal. “Temer gastou cerca de R$ 35 bilhões além do déficit previsto no governo Dilma para cobrir os gastos com aqueles que apoiaram o golpe”, afirma. A tendência, com o agravamento da recessão, é que este quadro de descontrole das contas públicas ganhe dimensões ainda mais sombrias nos próximos meses. Diante do fracasso, o “fujão” Michel Temer, sempre acovardado, ainda diz que a culpa é do governo anterior.

Em tempo: A Fundação Getúlio Vargas divulgou nesta semana o chamado Indicador de Incerteza da Economia (IIE-BR). O resultado não é nada animador. Ele aponta queda da arrecadação federal e aumento do déficit fiscal em 2016. “Este novo índice acompanha a tendência mundial de utilização do Big Data para a construção de indicadores econômicos. É o primeiro e único índice público computacionalmente intensivo no Brasil. Estamos lendo mais de 3 milhões de notícias”, explica Pedro Costa Ferreira, pesquisador responsável da FGV. O estudo confirma o alto grau de incerteza na economia sob o reinado do Judas Michel Temer.

247: Globo propõe a Eike uma delação contra Lula

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/277951/Globo-prop%C3%B5e-a-Eike-uma-dela%C3%A7%C3%A3o-contra-Lula.htm